Voltar para o blog
Parafusos
Elementos de Fixação
Importação
05 de julho de 202614 min

Parafusos, Porcas e Arruelas: Importação e NCM

A importação de elementos de fixação — parafusos, porcas, arruelas, rebites, cavilhas e contrapinos — é uma atividade essencial para a indústria brasile.

Parafusos, Porcas e Arruelas: Importação e NCM

A importação de elementos de fixação — parafusos, porcas, arruelas, rebites, cavilhas e contrapinos — é uma atividade essencial para a indústria brasileira. O Brasil consome bilhões de unidades desses componentes anualmente, mas a produção nacional é insuficiente para atender à demanda em termos de variedade, quantidade, qualidade e competitividade de preço.

Neste guia completo, você encontrará tudo o que precisa saber sobre a importação de parafusos, porcas e arruelas para o Brasil: tipos, classificação NCM, fornecedores globais, classes de resistência, materiais, tratamentos superficiais, certificações e tributos.

Por que importar elementos de fixação?

Os parafusos e demais elementos de fixação são os "componentes invisíveis" que mantêm a indústria funcionando. Uma única máquina pode conter centenas ou milhares deles. A importação é muitas vezes a única alternativa quando:

  • Não há fabricação nacional para determinados tipos, bitolas ou classes de resistência (por exemplo, parafusos classe 12.9 em rosca métrica fina).
  • O custo nacional é proibitivo — especialmente para parafusos de aço inoxidável, liga especial ou com tratamentos superficiais sofisticados como Dacromet.
  • O lead time nacional é longo — a importação programada de grandes volumes pode ser mais previsível.
  • É necessária certificação específica (ASTM, DIN, ISO) que a produção nacional não atende.
  • Há exigência de padronização global — empresas multinacionais frequentemente especificam fornecedores globais aprovados.

Tipos de parafusos e suas classificações NCM

A classificação NCM é o primeiro e mais crítico passo na importação de parafusos. Um erro na classificação pode significar diferenças de alíquotas, multas e retenção da carga.

Parafusos sextavados

São os mais comuns na indústria em geral. Possuem cabeça sextavada externa, acionados por chave de boca ou soquete. Usados em montagens de máquinas, estruturas metálicas, pontes e equipamentos pesados.

NCM: 7318.15.10 (parafusos sextavados, de aço, com resistência à tração inferior a 800 MPa) e 7318.15.20 (resistência ≥ 800 MPa). A bitola varia de M6 a M100 ou mais.

Parafusos de cabeça cilíndrica (cabeça redonda)

Com cabeça arredondada e fenda simples ou Phillips (Fenda Cruz), são usados em aplicações de menor solicitacão mecânica — eletrodomésticos, móveis e montagens leves.

NCM: 7318.15.10.

Parafusos Allen (cabeça cilíndrica com sextavado interno)

Possuem cabeça cilíndrica com encaixe sextavado interno (Allen). São amplamente usados em máquinas-ferramenta, moldes, matrizes e equipamentos de precisão, onde se deseja uma aparência limpa e acesso facilitado.

NCM: 7318.15.10 (se resistência < 800 MPa) ou 7318.15.20 (≥ 800 MPa). Parafusos Allen classe 12.9 são itens de importação frequente.

Parafusos autobrocantes

Têm a ponta como uma broca, capazes de perfurar e rosquear chapas metálicas sem necessidade de pré-furação. Muito usados na construção civil, telhados metálicos e indústria automotiva.

NCM: 7318.14.00 (parafusos autobrocantes).

Quer testar na prática? Crie sua conta grátis na TRADEXA.

Começar

Parafusos prisioneiros (stud bolts)

São hastes rosqueadas em ambas as extremidades, sem cabeça. Utilizados em flanges de tubulações, trocadores de calor, vasos de pressão e fixação de máquinas. Fundacionais em plantas petroquímicas e de óleo e gás.

NCM: 7318.15.10 ou 7318.15.20.

Parafusos de máquina

Pequenos parafusos de rosca métrica fina, com cabeça variada (cilíndrica, escareada, arredondada). Usados em instrumentos, eletrônicos e máquinas de pequeno porte.

NCM: 7318.15.10.

Parafusos para madeira

Roscas mais afastadas e ponta cônica, projetados para fixação em madeira. Usados na construção civil, movedaria e pisos.

NCM: 7318.12.00.

Parafusos chipboard

Específicos para aglomerados e MDF, com rosca dupla ou tripla que garante alta fixação. Muito usados na indústria moveleira.

NCM: 7318.13.00.

Tipos de porcas

Porcas sextavadas

O tipo mais comum, com seis faces. Usadas com parafusos sextavados e prisioneiros. Disponíveis nas classes 5, 8, 10 e 12.

NCM: 7318.16.00 (porcas, de aço).

Porcas castelo (castellated nuts)

Possuem ranhuras em uma das faces para inserção de um contrapino. Usadas em aplicações que exigem travamento positivo, como suspensões automotivas e eixos de máquinas.

NCM: 7318.16.00.

Quer testar na prática? Crie sua conta grátis na TRADEXA.

Começar

Porcas flange

Possuem uma flange (base alargada) que funciona como arruela integrada, distribuindo a carga e evitando afrouxamento. Comuns na indústria automotiva e em fixações de alto vibração.

NCM: 7318.16.00.

Porcas autotravantes (nyloc)

Têm um anel de nylon que deforma a rosca criando atrito, impedindo o afrouxamento por vibração. Muito usadas em máquinas, veículos e equipamentos sujeitos a vibração constante.

NCM: 7318.16.00.

Porcas cega (cap nut)

Fechada em uma das extremidades, proporciona acabamento estético e protege a ponta do parafuso contra contato e corrosão.

NCM: 7318.16.00.

Tipos de arruelas

Arruelas lisas (planas)

Distribuem a carga de aperto, protegem a superfície da peça e evitam danos. NCM: 7318.21.00.

Arruelas de pressão (pressure)

Com formato ondulado ou cônico, criam uma tensão elástica que evita o afrouxamento por vibração. NCM: 7318.22.00.

Arruelas dentadas (serrated/star lock)

Possuem dentes que penetram na superfície da peça e do parafuso, proporcionando travamento mecânico. Muito eficazes em aplicações com vibração intensa. NCM: 7318.22.00.

Arruelas mola (spring lock washers)

Formato helicoidal que atua como mola, mantendo a tensão e evitando afrouxamento. Clássicas em montagens mecânicas. NCM: 7318.22.00.

Outros elementos de fixação

Rebites

Usados para união permanente de chapas. Podem ser sólidos, semi-tubulares ou de pressão. NCM: 7318.23.00 (rebites, de aço).

Cavilhas (dowels/pins)

Pinos cilíndricos ou cônicos para alinhamento e posicionamento de peças. NCM: 7318.24.00 (cavilhas e contrapinos, de aço).

Quer testar na prática? Crie sua conta grátis na TRADEXA.

Começar

Contrapinos (cotter pins)

Pinos de travamento, inseridos em orifícios de porcas castelo ou eixos para evitar desmontagem acidental. NCM: 7318.24.00.

Resumo da classificação NCM

ItemNCM
Parafusos de madeira7318.12.00
Parafusos para chipboard7318.13.00
Parafusos autobrocantes7318.14.00
Outros parafusos e prisioneiros7318.15.10 / 7318.15.20
Porcas7318.16.00
Outros parafusos e porcas (roscados)7318.18.00
Arruelas lisas7318.21.00
Arruelas de pressão/dentadas/mola7318.22.00
Rebites7318.23.00
Cavilhas e contrapinos7318.24.00
Ferragens sem rosca (outras)7318.19.00

Atenção: a NCM 7318 é um capítulo extenso e detalhado. A correta classificação exige conhecimento das subposições, notas explicativas e regras gerais interpretativas (RGI/SH). Erros de classificação são a principal causa de problemas fiscais na importação de parafusos.

Principais fornecedores globais

  • China: o maior fornecedor mundial de elementos de fixação. O país responde por mais de 60% das exportações globais de parafusos e porcas. Oferece ampla variedade de bitolas, classes e materiais a preços altamente competitivos. A qualidade varia enormemente — desde fábricas certificadas ISO 9001/IATF 16949 até pequenas unidades com controle de qualidade precário. A due diligence é fundamental. Regiões: Zhejiang (Haiyan, Wenzhou), Hebei (Handan, Yongnian) e Jiangsu.
  • Taiwan: conhecido por parafusos de alta qualidade, especialmente em aço inoxidável e ligas especiais. A indústria taiwanesa de fixadores é madura e bem regulada. Qualidade consistente, boa certificação e prazos de entrega confiáveis.
  • Alemanha: referência em parafusos de alta resistência (10.9, 12.9), com rigorosos controles de qualidade e certificações. Marcas como Würth e Kamax são sinônimo de excelência. Preços mais elevados, mas qualidade inquestionável.
  • EUA: forte em parafusos com rosca imperial (UNC, UNF) e padrões ASTM. Indústria aeroespacial, defesa e petróleo dependem de fornecedores americanos para fixadores críticos.
  • Itália: reconhecida por parafusos de aço inoxidável e tratamentos superficiais de alto padrão. Empresas italianas têm forte presença no mercado de fixadores para construção civil e arquitetura.

Classes de resistência

As classes de resistência são fundamentais para selecionar o parafuso correto para cada aplicação:

  • Classe 8.8: resistência à tração de 800 MPa e limite de escoamento de 640 MPa. O padrão mais comum para uso geral em máquinas e estruturas metálicas. Equivale ao ASTM A325.
  • Classe 10.9: resistência à tração de 1040 MPa e limite de escoamento de 940 MPa. Usado em aplicações de alta solicitação — suspensões automotivas, pontes, prensas e equipamentos de mineração. Equivale ao ASTM A490.
  • Classe 12.9: resistência à tração de 1220 MPa e limite de escoamento de 1100 MPa. Máxima resistência disponível em parafusos de aço. Usado em aplicações críticas — motores de competição, ferramentas de perfuração e fixações de precisão. É quase sempre importado.

A classe de resistência vem gravada na cabeça do parafuso (8.8, 10.9, 12.9). Essa marcação é obrigatória para rastreabilidade.

Materiais

  • Aço carbono (SAE 1018, 1022, 1035, 1045): o material mais comum para parafusos das classes 4.6 a 8.8. Boa resistência, baixo custo, ampla disponibilidade.
  • Aço liga (AISI 4140, 4340, 8740, 10B21): usado para classes 10.9 e 12.9. Requer têmpera e revenido para atingir a resistência especificada. A importação de parafusos em aço liga é frequente para aplicações críticas.
  • Aço inoxidável (AISI 304, 316, 410): resistência à corrosão. O AISI 304 é o mais comum para uso geral; o AISI 316 é indicado para ambientes marinhos e químicos. O AISI 410 (martensítico) oferece maior dureza após têmpera.
  • Latão: usado em aplicações onde não se deseja magnetismo ou faísca (indústria elétrica, petroquímica, instrumentação), além de oferecer boa resistência à corrosão.
  • Alumínio: parafusos leves para aeroespacial e eletrônicos. Resistência mecânica limitada.
  • Plásticos de engenharia (nylon, PVDF): parafusos e porcas para aplicações químicas e elétricas.

Tratamentos superficiais

  • Zincado eletrolítico (zinc plating): o tratamento mais comum para parafusos de aço. Proteção contra corrosão moderada. Acabamento azul, branco ou amarelo. Espessura típica: 5-12 µm.
  • Galvanizado por imersão a quente (hot-dip galvanizing): imersão em zinco fundido (450°C). Proteção anticorrosiva superior, ideal para parafusos de estruturas metálicas expostas. Espessura: 40-100 µm. Atenção: o processo pode afetar a classe de resistência em parafusos de alta dureza (risco de fragilização por hidrogênio).
  • Dacromet: revestimento à base de zinco e alumínio em lamelas, aplicado por imersão e cura térmica. Excelente resistência à corrosão (supera zincado), sem risco de fragilização por hidrogênio. Muito usado em parafusos de suspensão automotiva e fixações críticas. Importado principalmente de fornecedores europeus e japoneses.
  • Fosfatizado (manganês ou zinco): camada de fosfato que confere proteção leve contra corrosão e melhora a adesão de óleos e lubrificantes. Comum em parafusos classe 10.9 e 12.9 para aplicações lubrificadas.
  • Niquelado e cromado: acabamento decorativo, usado em parafusos aparentes. Proteção moderada contra corrosão.
  • Oxidação negra (black oxide): acabamento estético com proteção mínima. Usado em parafusos de máquinas-ferramenta e instrumentos ópticos.
  • Revestimento de zinco-níquel: combinação de zinco com 12-15% de níquel. Resistência à corrosão até 10 vezes superior ao zincado convencional. Usado em fixações automotivas de alto desempenho.

Certificações e normas

  • ISO 898-1: norma internacional para propriedades mecânicas de parafusos de aço carbono e aço liga.
  • ISO 898-2: norma para porcas.
  • ISO 3506: propriedades mecânicas de parafusos de aço inoxidável.
  • ISO 9001 / IATF 16949: sistemas de gestão da qualidade (a IATF 16949 é específica para a indústria automotiva).
  • ASTM A325 / A490: padrões americanos para parafusos estruturais de alta resistência.
  • ASTM F568M: padrão americano para parafusos métricos de aço carbono e liga.
  • ASTM F593 / F594: padrões para parafusos e porcas de aço inoxidável.
  • DIN 931 / DIN 933: padrões alemães para parafusos sextavados (DIN 931 = parcialmente rosqueado, DIN 933 = totalmente rosqueado), ainda amplamente usados como referência.
  • DIN 934: padrão alemão para porcas sextavadas.
  • DIN 125: padrão alemão para arruelas lisas.
  • DIN 127: padrão alemão para arruelas mola.
  • ANSI / ASME B18.2.1: padrões americanos para parafusos com rosca imperial.
  • RoHS / REACH: certificações para restrição de substâncias perigosas, exigidas na União Europeia e cada vez mais requeridas por empresas brasileiras.

Aplicações por setor

  • Construção civil: parafusos estruturais de alta resistência (ASTM A325/A490) para pontes, edifícios e torres eólicas. Chumbadores, parafusos para telhados e fixações drywall.
  • Automotivo: parafusos classe 10.9 e 12.9 com tratamentos Dacromet ou zinco-níquel. Porcas flange autotravantes. Arruelas dentadas para sistemas de freio e suspensão.
  • Agroindústria: parafusos zincados e galvanizados para implementos agrícolas, tratores e máquinas de colheita. Resistência à abrasão e intempéries.
  • Óleo e gás: parafusos prisioneiros (stud bolts) em ligas especiais (AISI 4140, AISI 4340, Inconel) para flanges de alta pressão. Normas API e ASTM. Tratamento fosfatizado ou zincado.
  • Indústria alimentícia e farmacêutica: parafusos de aço inoxidável AISI 316 e plásticos de engenharia, que não contaminam os produtos e resistem a lavagens com produtos químicos.
  • Aeroespacial: parafusos de titânio e aços especiais de altíssima resistência, com certificação NAS (National Aerospace Standards) ou MIL-SPEC.
  • Movelaria e marcenaria: parafusos chipboard, parafusos para madeira e parafusos confirmat (para furos de 5 mm ou 7 mm). Importação frequente da China e Taiwan.

Tributos na importação

  • II (Imposto de Importação): a alíquota para a NCM 7318 varia conforme o subitem. Para a maioria dos parafusos e porcas de aço, a alíquota do II está entre 12% e 18%. Parafusos autobrocantes e de madeira podem ter alíquotas diferenciadas.
  • IPI: alíquota entre 5% e 15% para a maioria dos itens.
  • PIS e COFINS: as alíquotas variam conforme o regime tributário — PIS 1,65% e COFINS 7,6% no regime não cumulativo; PIS 0,65% e COFINS 3% no cumulativo. Empresas optantes pelo lucro presumido podem ter benefícios.
  • ICMS: alíquota varia conforme o estado de destino da mercadoria (4% a 18% em operações interestaduais). O recolhimento é geralmente por antecipação (ICMS-ST) para importadores.
  • Taxas Siscomex: taxa de utilização do Siscomex, calculada por declaração de importação.
  • Frete e seguro: compõem a base de cálculo CIF para todos os tributos.

A importação de parafusos pode se beneficiar de regimes especiais como:

  • Drawback: isenção ou suspensão de tributos na importação de insumos para produção de bens a serem exportados.
  • Recof: suspensão de tributos para empresas industriais habilitadas.
  • Ex-tarifário: redução do II para bens sem similar nacional. Embora menos comum para parafusos, pode ser aplicável a itens muito específicos.

Cuidados na importação

  1. Classificação NCM correta: o maior risco na importação de parafusos é a classificação fiscal errada. Cada subposição tem alíquota diferente. Use as notas explicativas do SH e consulte a Receita Federal em caso de dúvida.
  2. Especificação técnica precisa: informe claramente o tipo de parafuso, material, classe de resistência, tratamento superficial, bitola (rosca métrica ou imperial), comprimento e acabamento. Um erro na especificação pode inutilizar todo o lote.
  3. Controle de qualidade: exija certificado de qualidade (ISO 898, ASTM, DIN, conforme aplicável) e realize inspeção no embarque ou na chegada. Parafusos com dureza inadequada, trincas ou roscas defeituosas são risco grave de segurança.
  4. Fragilização por hidrogênio: parafusos de alta resistência (>1000 MPa) submetidos a galvanização ou zincado eletrolítico podem sofrer fragilização por hidrogênio, levando à fratura sob carga. Exija tratamento de alívio de hidrogênio (baking) conforme ASTM B850 ou ISO 4042.
  5. Marcação: parafusos classe 10.9 e 12.9 devem ter a marcação de classe gravada na cabeça. A ausência de marcação é sinal de produto sem rastreabilidade.
  6. Lead time: considere prazos de fabricação (30 a 90 dias, dependendo do volume e complexidade) e frete marítimo (30 a 50 dias da Ásia). Planeje seus estoques com folga.
  7. Embalagem: parafusos a granel podem chegar misturados e danificados. Exija embalagem adequada (caixas, sacos plásticos separados por lote, paletes bem montados).

Como a TRADEXA pode ajudar

A importação de elementos de fixação é um processo que parece simples à primeira vista, mas esconde inúmeras armadilhas. A classificação NCM incorreta é a causa mais frequente de problemas — e pode gerar multas de até 75% do valor da mercadoria, além de atrasos na liberação aduaneira.

A TRADEXA oferece consultoria especializada em comércio exterior para indústrias que importam parafusos, porcas, arruelas e elementos de fixação. Nossos serviços incluem:

  • Classificação fiscal (NCM) com garantia de acerto
  • Due diligence de fornecedores internacionais
  • Negociação de contratos e condições comerciais
  • Gestão de frete internacional (marítimo, aéreo e multimodal)
  • Desembaraço aduaneiro completo
  • Cálculo e otimização da carga tributária
  • Recuperação de créditos tributários (PIS, COFINS, ICMS)
  • Suporte em regimes especiais (Drawback, Recof, Ex-tarifário)

Com a TRADEXA, sua empresa importa com segurança, agilidade e economia.

Conclusão

Parafusos, porcas e arruelas podem ser pequenos, mas seu impacto na segurança, qualidade e custo dos produtos industriais é imenso. A importação desses componentes exige conhecimento técnico (classes de resistência, materiais, tratamentos), domínio da classificação fiscal (NCM 7318) e uma boa rede de fornecedores globais.

O mercado global de fixadores é amplo, competitivo e bem estabelecido. Da China, com volumes gigantescos e preços baixos, à Alemanha, com produtos de altíssima engenharia, as opções são muitas — e a escolha certa depende da sua aplicação, orçamento e requisitos de qualidade.

Com planejamento, especificações claras, due diligence de fornecedores e o apoio de uma consultoria experiente como a TRADEXA, sua empresa pode transformar a importação de elementos de fixação em uma vantagem competitiva real.

Entre em contato com a TRADEXA e descubra como podemos otimizar suas importações de parafusos, porcas, arruelas e componentes de fixação.

Quer testar na prática? Crie sua conta grátis na TRADEXA.

Começar

Artigos Relacionados

Coloque em prática com a TRADEXA

Use nossas ferramentas para classificar NCM, consultar tarifas em 31+ países e analisar dados reais de comércio exterior.

Criar Conta Grátis

Pronto para transformar seu comércio exterior?

Comece gratuitamente hoje. Sem cartão de crédito. Acesso imediato a dados reais.